Tenho nojo das “pessoas” que estão destruindo a natureza aos poucos. Hoje estou aqui para defender meus princípios e desabafar.
O que leva uma pessoa a poluir o meio onde vive? Todos criticam aqueles que usam drogas, que matam e roubam. Por que não criticar aquela pessoa que joga a embalagem de salgadinho pela janela do ônibus? Por que só é errado aquele (a) que rouba algo de um supermercado para alimentar os sues filhos que estão abeira da morte por não terem um pedaço de pão para comer. Por que só essa pessoa que é punida enquanto milhares de bandidos estão reunidos em um DISTRITO, enganando muitos idiotas que caem nas suas lábias de demônios sedutores disfarçados de políticos.
Eu sei onde estou e onde vivo. Só que diferentemente de muitas pessoas, eu luto pela igualdade social e pela preservação do meio onde me integro. Mesmo que eu não passe de um ponto invisível, e que nunca irei ver mudança alguma, eu ainda tenho respeito a mim mesmo. Morrerei com os meus princípios em mente e tentarei passá-los para as pessoas de visão ampla, pois não adianta ensinar à pessoas que ainda insistem em usar um cabresto.
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segunda-feira, 30 de agosto de 2010
O Por Quê Odeio o Natal
Fecho os olhos e penso nas coisas que já fiz. E me pergunto: por que eu não sinto remoço? Será que sou tão frio assim? Ou será mais uma máscara de “durão”?
Por que não podemos voltar o tempo? Por que a tecnologia ainda não está avançada a esse ponto... Por que eu quero voltar ao passado?
Acho que a minha vontade era poder tentar mudar o que já passou. Poder volta àquela época maldita.
Malditas festas de fim de ano...
Naquela manhã, quando todos saíram para comprar as guloseimas de natal e ano novo, e me deixaram a sós com a maldição. O impuro, o sexo, a escolha, o prazer, a tentação. No momento que quis fugir, não tive como. Já havia sido consumado. Sepultei a minha inocência a sete palmos debaixo da terra. Durante anos tentei lutar contra o desejo de ser possuído. Mas como posso fugir de um pacto em que eu mesmo tive a escolha de fugir.
Após cinco anos ele conseguiu me tirar à última coisa pura que ainda existia em mim. Minha virgindade. Tudo contra o meu gosto. Tudo foi longe demais. Só me dei conta que estava em uma estrada sem retorno, quando olhei atrás, e vi um passado negro que havia se formado. Não havia mais volta, eu já estava deitado ao seu lado.
Hoje estou tentando esquecer esse demônio que entrou em minha vida. Mas nada que eu faço me faz esquecê-lo. Nem o arrependimento, nem o ódio, nem o nojo. Estou tentando me recuperar. Até agora estou trilhando outro caminho que fiz questão de construí-lo. Permaneço seguindo em frente. Mas esta estrada tem retorno e nunca é tarde para uma recaída. Afinal, como ele sempre me disse: “você sempre volta!”.
Por que não podemos voltar o tempo? Por que a tecnologia ainda não está avançada a esse ponto... Por que eu quero voltar ao passado?
Acho que a minha vontade era poder tentar mudar o que já passou. Poder volta àquela época maldita.
Malditas festas de fim de ano...
Naquela manhã, quando todos saíram para comprar as guloseimas de natal e ano novo, e me deixaram a sós com a maldição. O impuro, o sexo, a escolha, o prazer, a tentação. No momento que quis fugir, não tive como. Já havia sido consumado. Sepultei a minha inocência a sete palmos debaixo da terra. Durante anos tentei lutar contra o desejo de ser possuído. Mas como posso fugir de um pacto em que eu mesmo tive a escolha de fugir.
Após cinco anos ele conseguiu me tirar à última coisa pura que ainda existia em mim. Minha virgindade. Tudo contra o meu gosto. Tudo foi longe demais. Só me dei conta que estava em uma estrada sem retorno, quando olhei atrás, e vi um passado negro que havia se formado. Não havia mais volta, eu já estava deitado ao seu lado.
Hoje estou tentando esquecer esse demônio que entrou em minha vida. Mas nada que eu faço me faz esquecê-lo. Nem o arrependimento, nem o ódio, nem o nojo. Estou tentando me recuperar. Até agora estou trilhando outro caminho que fiz questão de construí-lo. Permaneço seguindo em frente. Mas esta estrada tem retorno e nunca é tarde para uma recaída. Afinal, como ele sempre me disse: “você sempre volta!”.
sábado, 27 de fevereiro de 2010
Onde será que vivemos?
Um lugar onde a desigualdade social predomina. Onde verem-se várias crianças nas ruas, vendendo doces. Doces que se tornarão amargos. Eu tenho nojo dessa sociedade hipócrita. Os que estão encima nunca olham para baixo. Mas quem está embaixo sempre tem que olhar para cima. Pobres seres sem palavra, sem voz. Promessas e promessas e promessas. É assim que esse país de bosta anda, movida a promessas. Todos entram, saem, voltam, saem novamente e nada é feito para melhorar a vida de quem precisa. À todos esses ‘malfeitores’, meus parabéns, se o seu objetivo é ferrar com toda a população do país, vocês estão conseguindo!
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