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"Simplesmente uma incógnita ou alguém diferente dos outros seres da sociedade. Sou 'Um Alguém' que conhece muitas pessoas, mas que tenho poucas amizades. Pra mim, confiança é algo difícil de conquistar. Sou 'Um Alguém' muito simpático, mas quando magoado sou pior que o demônio. Se é que o demônio existe. Esse blog serve para desabafar, para descarregar sentimentos ou ações que fiz, faço ou penso em fazer. Esse blog é o meu espírito. "

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quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Vale de Lágrimas

Sinto que alguém está tentando me tirar do meu vale de lágrima, mas não está conseguindo e nem conseguirá. Não quero sofrer de novo. Só eu sei o quanto sofri ao me render aos encantos de alguém que me prometeu o céu, no entanto me derrubou do alto direto para o fundo do abismo. Então, prefiro que meu coração continue sendo inóspito, infértil, improdutivo, inapto, inanimado, inabitável, inábil, incerto, incurável, inútil, inepto, inexpressivo, infausto, infeliz, ínfimo, infortúnio, imutável e que continue petrificado pelo sofrimento.

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Lagrimas

     Lágrimas. Tantas derramadas e tantas em vão. Algumas por motivos de solidão. Outras por motivos amorosos. Destas uma parte por me sentir amado e outras por ser inapto para amar. Aquelas que chorei por ser como sou e por gostar de ser assim. As únicas que não derramei, foram por ter uma vida perfeita (ou quase). Quem não gostaria de ter o que comer todos os dias, ter dinheiro para gastar, pais que te amam, amigos para dividir diversas coisas. Nunca chorei por isso, não sinto essa necessidade.

domingo, 15 de agosto de 2010

Meu Coração Chorando Lágrimas de Sangue

     Mais uma vez estou dando voltas em círculos. Estou farto de sofrer por motivos que eu não era para está sofrendo. Talvez eu deva colocar-me em meu lugar, dá tempo ao tempo. Estou de coração apertado. Mais uma desilusão. Mais uma ilusão. Estou me segurando para não chorar na sua frente. O silêncio é um exercício de força. Reprimido, escondido. Minha máscara está caindo, e eu? Estou caindo juto com ela. Estou com um ‘nó’ na garganta que está me sufocando. Acabado. Estou sem chão, sem rumo. Minha chama de esperança não sobreviveu à ventania. Caminhei em uma estrada que me levou a um túnel sem saída e a entrada, que agora se tornara saída, foi fechada com uma enorme pedra. Agora, no escuro, sento-me e encosto os meus joelhos no peito, escondo a minha face entre minhas pernas e fecho os olhos para esquecer o mundo e emitir o meu último grito de socorro.